Uma pesquisa do Instituto de Educação da Universidade de Londres concluiu que a memória feminina é melhor que a masculina. Segundo reportagem do portal Terra, foram analisadas 10 mil pessoas de 50 anos, que ouviram dez palavras e tiveram dois minutos para lembrar o maior número possível. Em seguida, precisaram listá-las depois de cinco minutos.
O resultado foi que as mulheres venceram os homens nos dois testes, com placares 5% melhores no primeiro e 8% no segundo. Na terceira etapa, elas também se saíram melhor. A tarefa era riscar em um minuto mais letras "p" e "w" de um caça-palavras. A atividade seguinte era nomear quantos animais conseguissem ao longo de um minuto. Nesse caso, houve empate.
A explicação para essa diferença teria origem biológica. Uma possível razão para a memória feminina ser melhor que a masculina - pelo menos aos 50 anos - estaria nos níveis do estrogênio, hormônio sexual feminino.
Informações e comentários sobre qualidade de vida e comportamento para homens e mulheres maduros.
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Comer alimentos calóricos em excesso vicia como cocaína, indica pesquisa
O site da BBC Brasil traz uma notícia muito curiosa: uma pesquisa publicada pelo jornal "Nature Neuroscience" afirma que os mecanismos do corpo que provocam vício em drogas são os mesmos que geram a compulsão por alimentos calóricos.
O estudo, realizado pelo Scripps Research Institute, da Flórida (EUA), com camundongos, revela que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. "Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos", explica a reportagem da BBC. A experiência foi feita com alimentos como bacon, salsicha e cheesecake. O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma maneira.
A explicação para esta reação seria que, quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, porém, o cérebro recebe menos dopamina, causando a dependência.
O estudo, realizado pelo Scripps Research Institute, da Flórida (EUA), com camundongos, revela que as partes do cérebro que lidam com o prazer deterioram-se gradualmente na medida em que o consumo vai aumentando. "Essas regiões do cérebro vão respondendo cada vez menos aos estímulos, o que fez com que os camundongos comessem cada vez mais, tornando-se obesos", explica a reportagem da BBC. A experiência foi feita com alimentos como bacon, salsicha e cheesecake. O mesmo teste foi realizado com heroína e cocaína, e os ratos responderam da mesma maneira.
A explicação para esta reação seria que, quando há excesso no consumo de drogas como cocaína, por exemplo, o cérebro é "inundado" com dopamina, aumentando a sensação de prazer. Um processo semelhante acontece com dietas gordurosas. Com o tempo, porém, o cérebro recebe menos dopamina, causando a dependência.
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segunda-feira, 29 de março de 2010
Faltam mulheres na política
A edição deste mês da revista "Claudia" levanta uma bandeira muito importante, em que quase não paramos para pensar: faltam mulheres na política brasileira. Na Câmara dos Deputados, por exemplo, só há 45 mulheres entre 513 deputados. Muito pouco mesmo, menos de 10%. "Claudia" ressalta que as mulheres são responsáveis por 40% do Produto Interno Bruto (PIB) e são 51% da população do país.
Isso não quer dizer, claro, que devemos votar em mulheres apenas porque são mulheres (algumas delas, aliás, decepcionaram muito o eleitorado). Mas que é importante que tenhamos mais representantes do sexo feminino na política, disso não há dúvida.
"Elas são líderes em muitas áreas, mas rejeitam a vida partidária por falta de estômago. Para mim, política é uma opção. Mesmo assim, não é fácil lidar com o jogo do toma lá, dá cá, a corrupção e as concessões nas quais o interesse público fica de fora. Essas práticas causam nojo", explica a deputada Luciana Genro (PSOL-RS) à revista.
Isso não quer dizer, claro, que devemos votar em mulheres apenas porque são mulheres (algumas delas, aliás, decepcionaram muito o eleitorado). Mas que é importante que tenhamos mais representantes do sexo feminino na política, disso não há dúvida.
"Elas são líderes em muitas áreas, mas rejeitam a vida partidária por falta de estômago. Para mim, política é uma opção. Mesmo assim, não é fácil lidar com o jogo do toma lá, dá cá, a corrupção e as concessões nas quais o interesse público fica de fora. Essas práticas causam nojo", explica a deputada Luciana Genro (PSOL-RS) à revista.
sexta-feira, 26 de março de 2010
As mulheres não querem ser iguais aos homens
Fazendo uma reflexão sobre a entrevista da psicóloga Susan Pinker à "Folha de S.Paulo", tema do post de ontem, não concordo com a ideia de que "as pessoas têm aversão ao fato de que existe uma diferença natural, biológica entre homens e mulheres".
Pinker, autora do livro "O Paradoxo Sexual", diz que os homens são mais competitivos no campo profissional e que "para a mulher, a vida não é apenas trabalho, salário e promoções". Acho que, nos tempos atuais, as mulheres estão cada vez mais competitivas, sim. O grande detalhe é que elas costumam se desdobrar em várias - por sua própria natureza -, o que em geral os homens não fazem.
A mulher cuida da família, da casa, dos filhos e ainda trabalha. Ou seja, a carga maior fica sobre seus ombros. Os homens não têm tantas tarefas de tamanha responsabilidade, então o natural é que fiquem mais focados no trabalho. E o principal: não acho que as mulheres queiram ser iguais aos homens, levar a vida ao estilo deles.
Também não acredito que, ignorando as diferenças entre os gêneros, as mulheres estariam sendo forçadas a assumir cargos nos quais não serão felizes, como executivas e engenheiras, por exemplo. Acho que dificilmente as mulheres chegam a esses empregos sem gostar. E se não gostam, logo mudam de planos. Realmente, não vi muito sentido nessas declarações, mas não li o livro para fazer uma análise mais profunda.
Pinker, autora do livro "O Paradoxo Sexual", diz que os homens são mais competitivos no campo profissional e que "para a mulher, a vida não é apenas trabalho, salário e promoções". Acho que, nos tempos atuais, as mulheres estão cada vez mais competitivas, sim. O grande detalhe é que elas costumam se desdobrar em várias - por sua própria natureza -, o que em geral os homens não fazem.
A mulher cuida da família, da casa, dos filhos e ainda trabalha. Ou seja, a carga maior fica sobre seus ombros. Os homens não têm tantas tarefas de tamanha responsabilidade, então o natural é que fiquem mais focados no trabalho. E o principal: não acho que as mulheres queiram ser iguais aos homens, levar a vida ao estilo deles.
Também não acredito que, ignorando as diferenças entre os gêneros, as mulheres estariam sendo forçadas a assumir cargos nos quais não serão felizes, como executivas e engenheiras, por exemplo. Acho que dificilmente as mulheres chegam a esses empregos sem gostar. E se não gostam, logo mudam de planos. Realmente, não vi muito sentido nessas declarações, mas não li o livro para fazer uma análise mais profunda.
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quinta-feira, 25 de março de 2010
Reconhecer diferenças entre os sexos faz a mulher mais feliz, segundo psicóloga
O jornal "Folha de S.Paulo" publicou entrevista com a psicóloga canadense Susan Pinker, autora do livro "O Paradoxo Sexual", no qual ela defende que salários de homens costumam ser maiores que os das mulheres não por discriminação no mercado, mas porque eles priorizam mais isso. "Não se trata apenas de cuidar dos filhos, mas também de ter uma vida mais equilibrada. Para as mulheres, a vida não é apenas trabalho, salário e promoções, ao contrário do que pensam muitos homens, que acham que tudo isso vale a pena quando compram um novo carro. Incomoda a muitos deles pensar que outras pessoas estão ganhando mais dinheiro, que moram em um lugar mais legal. São mais competitivos, gostam mais de assumir riscos. Não todos, mas eu diria que 75% dos homens são assim", disse Susan à "Folha".
Sobre a resistência de muitas pessoas à ideia de que as diferenças entre os gêneros não são apenas socialmente construídas, a psicóloga afirmou que "as mulheres foram discriminadas por tanto tempo que as pessoas têm uma aversão à ideia de que existe uma diferença natural, biológica. Acham que falar sobre diferenças é voltar a pensar como antigamente, quando, na verdade, não tem nada a ver com discriminação. É bobo ignorar as evidências científicas porque você tem medo do que elas vão dizer".
De acordo com Susan, "o que acontece de bom quando as mulheres aceitam que existem diferenças biológicas naturais é que elas se sentem muito menos isoladas com seus sentimentos. Se ignoramos as diferenças, estamos forçando mulheres a assumir cargos e trabalhos nos quais boa parte delas não serão felizes, talvez como executivas ou engenheiras".
Sobre a resistência de muitas pessoas à ideia de que as diferenças entre os gêneros não são apenas socialmente construídas, a psicóloga afirmou que "as mulheres foram discriminadas por tanto tempo que as pessoas têm uma aversão à ideia de que existe uma diferença natural, biológica. Acham que falar sobre diferenças é voltar a pensar como antigamente, quando, na verdade, não tem nada a ver com discriminação. É bobo ignorar as evidências científicas porque você tem medo do que elas vão dizer".
De acordo com Susan, "o que acontece de bom quando as mulheres aceitam que existem diferenças biológicas naturais é que elas se sentem muito menos isoladas com seus sentimentos. Se ignoramos as diferenças, estamos forçando mulheres a assumir cargos e trabalhos nos quais boa parte delas não serão felizes, talvez como executivas ou engenheiras".
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quarta-feira, 24 de março de 2010
Grávida aos 45

Uma das mais belas atrizes do mundo, a italiana Monica Bellucci, de 45 anos, posou para a revista "Vanity Fair" exibindo seu barrigão de grávida. Monica declarou à revista que "o mundo mudou e, com todas as cautelas, hoje é possível ter um filho aos 40 anos e vê-lo envelhecer". Há cinco anos, a italiana deu à luz Deva. "Quando minha filha tiver 20 anos, eu terei 60. Mas hoje os sessentões são estupendos!", disse a atriz.
terça-feira, 23 de março de 2010
Mais lindas do que nunca

A revista "Boa Forma" deste mês traz uma reportagem sobre famosas nas quais a ação do tempo só fez bem. "Estas celebridades conseguiram ficar ainda mais bonitas depois de virar a casa dos 30 - algumas, dos 40!", diz o texto. "Em uma década, elas investiram na carreira, tiveram filhos, mudaram o cabelo, emagreceram... e estão mais lindas do que nunca", afirma "Boa Forma". De fato, as belas que ilustram a reportagem estão mesmo mais belas. Entre as que passaram dos 40 anos, a revista destaca as atrizes Claudia Raia (foto), de 43, e Débora Bloch, de 46. Parabéns a elas!
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