terça-feira, 11 de maio de 2010

A cabeça e o sexo

A falta de desejo sexual atinge 26% das brasileiras, sendo que em 97% dessas mulheres as causas são psicológicas, segundo reportagem do UOL publicada ontem. Conforme o texto, mesmo que os hormônios estejam no pico, a mulher pode não sentir vontade de fazer sexo por problemas psicológicos. Ou seja, muitas vezes, o motivo está na cabeça.

Alguns dos fatores psicológicos que contribuem para a falta de libido das mulheres são, de acordo com a reportagem:

- Muitas mulheres não aceitam o próprio corpo porque não está dentro dos padrões de beleza estabelecidos pela sociedade;

- O ambiente em que a mulher foi educada pode atrapalhar sua sexualidade, dependendo de como o sexo foi apresentado para ela;

- Falta de conhecimento do próprio corpo;

- Brigas constantes e falta de respeito entre o casal podem acabar com o desejo sexual;

- O desemprego, que pode causar problemas financeiros e preocupações que atrapalham a vida sexual;.

- Com excesso de trabalho, trânsito, tarefas domésticas e filhos, muitas vezes, não sobra tempo nem disposição para prestar atenção no corpo e nos desejos.

Especialistas aconselham procurar ajuda médica, investigar as causas da falta de desejo sexual e se tratar.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

A melhor década

Gostei muito da entrevista feita pela revista Claudia com o ator Matt Damon, que está na edição deste mês. Perto de completar 40 anos, bem-sucedido profissionalmente e, aparentemente, na vida pessoal, ele deu declarações bem legais sobre essa nova fase da vida. Ele contou à revista que, certa vez, o ator Morgan Freeman lhe disse sobre a aproximação dos 40 anos: "Não se preocupe, pois esta é a melhor década".

Damon disse concordar com Freeman. "Não lido mais com questões de quando tinha 20 anos, as dúvidas sobre trabalho e família", afirmou Damon. O ator disse ainda que trabalhar com Freeman e outro gênio, Clint Eastwood, foi sensacional. "Eles me dão motivo para pensar que as coisas não precisam, necessariamente, diminuir de intensidade com o avanço dos anos."

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Para nutricionista, dietas da moda são ineficazes

Ontem eu comentei sobre a dieta da comida de bebê, que teria levado a atriz Jennifer Aniston a perder 3 quilos. Pois encontrei no UOL um artigo da nutricionista Glaucia Figueiredo Braggion sobre a ineficácia das chamadas dietas da moda.

Segundo Glaucia, o termo dietas da moda é "normalmente utilizado para descrever recursos e modificações dietéticas utilizadas com o objetivo principal de perda de peso corporal (emagrecimento rápido) e que geralmente são muito difundidos na população, especialmente entre mulheres".

A nutricionista explica ainda que a origem dessas dietas, em sua maioria, é desconhecida e não apresenta fundamento técnico ou científico. "Por outro lado, a promessa de resultados rápidos faz que os usuários nem sequer se preocupem com esse fato", afirma.

"Infelizmente, até hoje essas dietas não apresentaram resultados eficazes e duradouros. Quando 'funcionam', em geral seu efeito é apenas em curto prazo e elas ainda provocam, com a perda de peso, a degradação da condição de saúde", escreve Glaucia, que cita como exemplos a Dieta do Dr. Atkins, à base de proteínas, e o regime da lua, em que se ingerem apenas líquidos.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Essa é boa: conheça a “dieta da comida de bebê”

Inventam tanta dieta que a gente perde a conta: da lua, do abacaxi, do limão, líquida... Agora a novidade é a dieta da comida de bebê, adotada pela bela atriz Jennifer Aniston, de 41 anos. Segundo o site Huffington Post, Jennifer já perdeu três quilos se alimentando com comida industrializada de bebês.

A dieta, criada por Tracy Anderson, personal trainer de celebridades, permite o consumo de até 14 porções de comida de bebê por dia, mais um jantar “adulto”.

A atriz Gwyneth Paltrow e a cantora Madonna também teriam seguido a dieta "baby food". Deve ser difícil comer papinha de nenê o dia todo.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Produtos e serviços sofrem queda de qualidade geral

Outro dia comentávamos entre colegas a sensível queda da qualidade de produtos e serviços nos últimos tempos. E é verdade, tanto que nunca se viram tantos recalls como agora, sendo o mais rumoroso o que envolve os carros da Toyota. Coincidentemente, o assunto foi manchete do jornal Brasil Econômico de ontem.

Além de produtos defeituosos, percebo uma piora generalizada nos serviços, como o SACs. Até o atendimento ao consumidor que eu elogiava há alguns anos caiu vertiginosamente de qualidade. E varejistas que eu acreditava que se preocupavam com a imagem estão dando um banho de mau atendimento e desrespeito ao consumidor.

Recorrer à Justiça e ao Procon pode resolver esses problemas pontualmente, mas o fato é que, para isso, temos de ter disposição e tempo disponível. E, nos dias de hoje, tudo o que não queremos é gastar nosso precioso tempo em algo que poderia ser evitado. Estamos de mãos atadas. E agora, aonde isso vai parar????

terça-feira, 4 de maio de 2010

Hipertensão avança entre os brasileiros

O Ministério da Saúde apresentou, na semana passada, dados que mostram o avanço da hipertensão no país: a proporção de brasileiros com hipertensão subiu de 21,5%, em 2006, para 24,4% no ano passado. O aumento do número de hipertensos ocorreu em todas as faixas etárias, mas os idosos são os mais atingidos: 63,2% têm o problema. Dos 35 anos aos 44 anos, a taxa é de 20,9% e dos 45 aos 54 anos, 34,5%.

O estudo mostra que a proporção de hipertensos é maior entre as mulheres --27,2% contra 21,2% entre os homens. Se não for tratada, a hipertensão - causada pelo aumento na contração das paredes das artérias para fazer o sangue circular - pode provocar acidente vascular cerebral (AVC) e infarto.

Especialistas dizem que a hipertensão é uma doença silenciosa, pois muitas pessoas não percebem os sintomas e demoram a descobrir que têm hipertensão. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, conseguiu chamar a atenção para o problema ao sugerir que as pessoas façam sexo para prevenir a doença. "Dancem, façam sexo, mantenham o peso, façam atividades físicas e, principalmente, meçam a pressão arterial", afirmou. Reduzir o sal e manter uma alimentação saudável também ajudam.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pessoas com depressão comem mais chocolate, diz estudo

Pessoas com depressão consomem mais chocolate. É o que revela um estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Califórnia. Reportagem sobre o assunto foi publicada na última semana pelo portal UOL.

Os cientistas examinaram a relação entre o consumo de chocolate e o humor de quase mil adultos que não tomavam antidepressivos e não sofriam de nenhuma doença cardiovascular nem diabetes. Segundo o UOL, as pessoas pesquisadas foram consultadas sobre as quantidades de chocolate consumidas em uma semana. O grau de depressão foi classificado por meio de uma escala.

Os autores do estudo concluíram que homens e mulheres com o resultado mais alto, ou seja, os mais depressivos, consumiram por mês cerca de 12 porções de chocolate (cada porção equivale a 28 gramas). No mesmo período, as pessoas sem nenhum sintoma depressivo comeram 5 porções. As pessoas medianamente depressivas consumiram oito porções por mês.

De acordo com os especialistas, o humor depressivo foi significativamente relacionado a um maior consumo de chocolate. Uma das hipóteses é que a depressão estimula o desejo pelo doce e que as pessoas comem chocolate como uma espécie de autotratamento, confirmando estudos que sugerem que o produto melhora o humor.