Mostrando postagens com marcador Estadão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Estadão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Maioria das mulheres está insatisfeita com sua própria aparência

A pesquisa "A Beleza da Mulher Brasileira", encomendada pela rede de clínicas de estética Onodera e aplicada pela empresa Sophia Mind, que estuda o universo feminino, concluiu que 92% das entrevistadas acreditam que as pessoas reparam em seus defeitos físicos - ou no que imaginam ser um defeito. O estudo foi realizado online com 3.385 mulheres.

"Mesmo lidando com essas questões diariamente, ficamos surpresas com o alto índice de mulheres que não estão felizes consigo mesmas ou acreditam que algo está errado", diz Lucy Onodera, diretora da rede de clínicas, ao Estadão.com.br.

Conforme o levantamento, as insatisfeitas com a aparência chegam a 21%, enquanto 71% das entrevistadas estão satisfeitas apenas em partes. Para 40%, isso atrapalha em algum momento do dia, quase sempre nos relacionamentos pessoais, sociais e profissionais.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Para comer menos, imagine-se comendo mais

Essa é ótima: pessoas que se imaginam comendo doces e outras comidas calóricas acabam comendo menos quando têm a oportunidade, revela estudo apresentado pela revista Science. O portal do Estadão publicou reportagem sobre o assunto. Conforme a pesquisa, a imaginação pode ser uma arma poderosa para dietas.

Segundo os pesquisadores, se você se imaginar, em detalhes, comendo essas guloseimas, a imagem terá o efeito oposto, ou seja, diminui o apetite. Esta aí mais uma técnica a ser exercitada por quem quer perder peso!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Surge nova doença: a síndrome da falta de celular

Com o passar do tempo, surgem cada vez mais novidades para, em tese, facilitar a nossa vida, como o telefone celular. Há pouco mais de dez anos, ninguém imaginava que o antes "tijolão" - cada vez mais fino e com mais recursos - iria fazer tanta falta em nossa vida no dia a dia. Eu até achava desnecessário. Agora sabemos o quanto ele é importante.

Pois especialistas detectaram uma nova doença, a síndrome da falta de celular, conforme reportagem recente do Estadão. Segundo o jornal, a necessidade de ficar conectado o tempo todo pode ser sinal de um transtorno de ansiedade. O problema tem até nome - a nomofobia - da abreviação de "no mobile", "sem celular" em inglês.

Conforme o Estadão, a síndrome atinge 53% das pessoas que utilizam a telefonia móvel na Grã-Bretanha - o levantamento foi feito em 2008 pelo Instituto YouGov com mais de 2 mil pessoas. No Brasil, ainda não há estatísticas sobre o assunto.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Hábitos ruins podem acelerar envelhecimento em 12 anos

A combinação de quatro maus hábitos - fumar, beber em excesso, sedentarismo e má alimentação – pode apressar o processo de envelhecimento em 12 anos, segundo um estudo realizado pela Universidade de Oslo. De acordo com reportagem publicada no portal Estadão, foram acompanhados cerca de 5 mil britânicos adultos ao longo de 20 anos; 314 dessas pessoas combinavam todos os quatro maus hábitos. Entre elas, 91 (ou 29%) morreram ao longo do estudo. Entre as 387 pessoas mais saudáveis, que não tinham nenhum dos quatro hábitos, 32 morreram (ou 8%).

Os comportamentos de risco, diz o texto, foram: fumar tabaco; beber mais de três doses de álcool ao dia, para homens, ou de duas, para mulheres; fazer menos de duas horas de atividade física por semana; e comer frutas e legumes menos de três vezes por semana. “Combinados, esses hábitos aumentaram de modo substancial o risco de vida e fizeram os praticantes parecerem 12 anos mais velhos que as pessoas do grupo mais saudável”, disse a principal autora do estudo, Elisabeth Kvaavik, segundo a reportagem.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Luiza Trajano, líder da segunda maior varejista do país

A empresária Luiza Trajano, de 58 anos, comanda desde 1991 a Magazine Luiza, fundada em 1957 em Franca (SP) e segunda maior rede varejista do país. Com faturamento estimado em R$ 3,8 bilhões no ano passado, a empresa está presente em sete Estados, com 457 lojas.

Em entrevista ao portal do Estadão, Luiza conta que, para sobreviver à crise financeira, teve de colocar o "fluxo de caixa no bolso" e guardar a chave. "Sempre digo nas minhas palestras que rentabilidade não quebra empresas, mas fluxo de caixa quebra em 15 dias. Você precisa tomar muito cuidado com o que tem para pagar e receber", diz Luiza, que com certeza tem muito a ensinar.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Abaixo o 'cofrinho'!

Acho que todas nós já passamos por isso: quantas vezes você saiu para comprar uma calça jeans e teve dificuldade de encontrar um modelo normal, que não fosse justo demais nem deixasse o famoso "cofrinho" à mostra? Comigo isso acontece direto.

A moda da cintura baixíssima pegou mesmo, mas é complicada. Por mais que a gente esteja em boa forma, não combina. Mesmo no caso de adolescentes, se não usá-la com cuidado, a calça fica estranha no corpo. O mesmo acontece com blusinhas. Muita peça curta demais e pouca "usável" no mercado. Para quem quer andar bem-vestida, mas sem cair só estilo social, é um tormento. A moda parece ser feita mesmo para as modelos magérrimas.

O Estadão de sábado traz uma reportagem sobre lojas que vendem roupas confortáveis e arrojadas, mas sem exageros, que estão sendo bastante procuradas por mulheres "maduras". O texto cita a grife italiana Missoni, que abriu em São Paulo a primeira loja da rede na América Latina. Segundo a reportagem, o estilo da Missoni tem muito a ver com o Brasil, pois as roupas são coloridas, alegres e descontraídas.

A reportagem cita ainda como exemplo a grife carioca Rudge e as roupas da estilista Cris Barros, que vendem peças para a mulher que quer estar na moda sem parecer uma adolescente. O grande "problema" dessas grifes é o preço - só são acessíveis a consumidoras da classe A. As demais têm de bater mais perna para achar roupa "usável".

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

'Mulherão' da década


Acho que só depois de chegar ou estar próxima dos 40 anos é que a gente começa a pensar na vida em décadas. Pelo menos foi assim comigo. Após desembarcar na chamada meia idade é que comecei a fazer um retrospectiva da minha vida até agora - sem deixar de planejar mais serenamente o que ocorrerá daqui para a frente.

Por falar em retrospectiva, o portal do Estadão está promovendo uma votação para os destaques da década em 30 categorias, entre elas cientista, blogueiro, site, vídeo, ator/atriz, livro e seriado de TV. Os candidatos ainda estão sendo definidos. O que chamou a minha atenção foi a categoria "mulherão". O blogueiro Felipe Machado lança uma discussão sobre o conceito de "mulherão": afinal, o que é um mulherão?

Quanto aos comentários dos internautas, a maioria disse que "mulherão" é o óbvio: linda e gostosa. Mas uma internauta disse, por exemplo, que "mulherão" é aquela que trabalha fora, cuida dos filhos e da casa e tem tempo para o marido - ou seja, ela mesma. Outro disse que a cantora Madonna é "mulherão" por todo seu talento e atratividade. Alguém comentou que "Fernanda Lima é magra, mas é mulherão por ser modelo desde nova, começou a trabalhar cedo, teve sua independência com responsabilidade, beleza e talento que lhe cabem".

Pelo que pude notar, o conceito de "mulherão" varia bastante. Na minha opinião, não basta ser bonita; precisa ter personalidade e talento. Na lista sugerida pelo Felipe Machado figuram mulheres que já passaram dos 40 anos: Halle Berry, Jennifer Lopez e Madonna. Todas maravilhosas. Mas meu voto vai para Angelina Jolie, de 34 anos. Além de linda, tem destaque em sua carreira, fazendo papéis importantes no cinema, participa de causas humanitárias e, principalmente, arrebatou o coração do Brad Pitt - para mim, o "muso" dos "musos".

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Vamos caprichar no protetor solar!

Uma reportagem publicada pelo "Estadão" no último dia 22 traz um alerta: quem passa filtro solar diariamente pode estar menos protegido do que imagina contra o câncer de pele e o envelhecimento precoce. De acordo com um estudo da Faculdade de Medicina da USP, a aplicação de quantidades insuficientes do produto reduz o fator de proteção solar (FPS) a menos da metade.

Os pesquisadores criaram uma equação que estima o real valor do FPS de acordo com a quantidade de filtro solar aplicada. A conclusão é que a queda da proteção é exponencial: se a pessoa passar metade da quantidade recomendada de um protetor solar com FPS 20, por exemplo, o fator real será 7.

Segundo a reportagem, a quantidade de filtro solar recomendada pelos fabricantes por centímetro quadrado do corpo é 2 mg, enquanto pesquisas anteriores mostraram que os usuários aplicam entre 0,4 mg e 1 mg.

Outro erro comum é não reaplicar o filtro solar com frequência durante a exposição solar. Portanto, a ordem é caprichar no protetor. Eu acho que já passava uma quantidade razoável, mas vou reforçá-la. E você?

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Bem que poderia ser assim...

Poder comer mais sem engordar? Sério? Em tempos de epidemia de obesidade, até parece brincadeira, mas, segundo reportagem do Estadão de terça-feira, um estudo preliminar feito pelo Comitê Científico Consultivo em Nutrição, ligado ao governo britânico, sugere que a quantidade média de calorias que uma pessoa precisa para viver de forma saudável está subestimada.

De acordo com a pesquisa, o consumo diário poderia ser 16% maior. A recomendação atual de especialistas é que o homem com vida ativa deve ingerir aproximadamente 2,5 mil calorias diárias e a mulher, 2 mil calorias. Se o estudo britânico for confirmado, uma pessoa poderá comer diariamente, cerca de 400 calorias a mais, o que equivaleria a um cheeseburguer!

Os responsáveis pelo estudo, porém, fazem uma ressalva: essas calorias a mais só poderiam ser consumidas por quem faz exercícios físicos, ou o risco de obesidade seria agravado.

Trata-se de mais um estudo polêmico. Eu, que vou à academia todo dia, tenho de passar fome para emagrecer. Senão o ponteiro da balança não desce de jeito nenhum! Imagine se eu inventar de comer a mais o equivalente a um cheeseburguer! Nem pensar!

No meu caso, após muitas experiências e consultas a nutricionistas, concluí que o ideal são 1,6 mil calorias para manter o peso. Para emagrecer, eu teria de comer no máximo 1,3 mil. Acontece que, como toda mulher, nem sempre estou disposta a passar fome. Consigo manter o peso numa boa, mas emagrecer é um tanto difícil... Por isso, sempre fico me devendo perder os últimos cinco quilos. Mas chego lá, com certeza! O importante é não desanimar. Mas que eu gostaria de poder comer mais sem ter problemas com a balança, não tenho dúvidas.